terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Ônus das ações judiciais nos resultados!

Olá a todos!
Recentemente foi publicado no jornal Valor Econômico (vide link  - http://www.valor.com.br/legislacao/4396418/justica-custa-2-da-receita-empresas) o resultado da pesquisa acerca dos custos suportados pelas empresas para manutenção dos processos judiciais em curso, nesse caso, encabeçados pelos temas cíveis e trabalhistas.
Cumpre destacar que em tempos de "vacas magras" o percentual de 2% (dois por cento) dispendido de suas receitas - mencionado na referida matéria - costuma ser questionado pelos acionistas/sócios e investidores ansiosos por resultados positivos e, consequentemente, bons dividendos/lucros.
E qual a saída para minimizar os impactos causados pelos custos judiciais?
Mapear os problemas recorrentes que geram "dores de cabeças" e adotar medidas preventivas para saná-las.
Vale a pena relembrar temas discutidos anteriormente como forma de reforçar a importância de uma gestão eficiente para preservar o caixa das empresas.
Tempos atrás postei uma reflexão sobre a importância de uma comunicação eficaz para tratar de problemas relacionados as relações de consumo (vide link - http://www.robertogoldstajn.com.br/2010/10/procon-comunicacao-e-solucao-dos.html).
Também vale destacar outro tema de suma importância, qual seja, a valorização dos colaboradores com o fito de mantê-los fiéis aos ideais corporativos (vide link - http://www.robertogoldstajn.com.br/2010/10/dificuldades-na-retencao-de-talentos.html).
E, por fim, reforço novamente a importância de monitorar a cadeia produtiva a fim de evitar dissabores com seus clientes e fornecedores já discutido anteriormente (vide link -http://www.robertogoldstajn.com.br/2010/11/monitorar-cadeia-produtiva-e.html).
Todos os exemplos citados acima são passiveis de demandas judiciais em caso de má gestão.
Assim, as empresas devem "olhar para dentro de casa", mapear os principais causadores de litígios judiciais e perseguir uma maior eficiência em seus resultados.
Um forte abraço!
Roberto Goldstajn

Nenhum comentário:

Postar um comentário